Sexta-feira, 11.06.10

Influência dos factores do meio

Os factores do meio que influenciam o crescimento e permitem a sobrevivência das plantas são:

 

  • a quantidade de luz;

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • a quantidade de dióxido de carbono;

 

  • a quantidade de água e sais minerais;

  • a temperatura.

Quinta-feira, 10.06.10

Reprodução nas plantas com flor

Aqui fica o PowerPoint utilizado na aula de reprodução das plantas.

 

 

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Bom estudo!

Constituição da flor

A flor é o órgão da planta responsável pela reprodução. Quanto à constituição podem classificar-se como completas se possuírem todos os ógãos e incompletas se não possuírem algum dos órgãos.

 

Constituição da flor

 

Órgãos de suporte

 

 

 

Pedúnculo - eixo que suporta a superfície da flor.

 

Receptáculo - parte terminal do pedúnculo que suporta a flor.

 

 

Órgãos de protecção

 

 

Sépala - peça floral externa. O seu conjunto forma o cálice.

 

Pétala - peça floral de cor viva. O seu conjunto forma a corola.

 

 

Órgãos de reprodução

 

 

Estames - órgão reprodutor masculino. O seu conjunto é o androceu.

 

 

Antera - órgão que produz a célula reprodutora masculina - o grão de pólen

 

Filete - estrutura alongada que suporta a antera.

 

 

Carpelo - órgão reprodutor feminino. O seu conjunto é o gineceu

 

 

Estigma - parte terminal do carpelo, à qual o grão de pólen adere

 

Estilete - estrutura que une o estigma e o ovário

 

Ovário - órgão que produz a célula reprodutora feminina - o óvulo.

 

 

 

 

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A fotossíntese nas plantas

A fotossíntese é o processo através do qual as plantas, seres autotróficos (seres que produzem seu próprio alimento) transformam o dióxido de carbono (CO2) e água (H2O), utilizando a energia luminosa (luz), em glicose e oxigénio (O2).

 

 

Obtenção da água

 

A água, que é absorvida pela raiz (mais precisamente na zona pilosa), ascende até às folhas através de vasos condutores que se encontram por toda a planta.

 

Obtenção do dióxido de carbono

 

O dióxido de carbono é obtido através dos estomas.

 

Utilização da glicose

 

A glicose que é formada na fotossíntese será necessária para a planta se desenvolver visto que será um nutriente importante na respiração celular nas plantas. Esta respiração celular nas plantas tem as mesmas funções que a respiração celular nos animais.

 

Libertação do oxigénio

 

O oxigénio formado na fotossíntese será libertado purificando o ar.

 

 

Factores que influenciam a fotossíntese

 

Os factores que influenciam a fotossíntese são a quantidade de dióxido de carbono e a quantidade de luz.

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Quinta-feira, 03.06.10

A folha

As folhas são os órgãos da planta directamente responsáveis pela produção de alimento.

 

Apesar de apresentarem grande diversidade, podemos considerar que as folhas completas são constituídas por:

 

  • Bainha - porção da folha que faz ligação com o caule;
  • Pecíolo - eixo que suporta a superfície da folha;
  • Limbo - superfície da folha;

Página superior - face voltada para a luz;

 

Página inferior - face voltada para o solo;

 

Margem - linha que delimita o limbo;

 

Nervuras - canais condutores (salientes) existentes no limbo.

 

 


 

Se a folha não tiver pecíolo ou bainha, diz-se que é incompleta.

 

 

 

Podemos distinguir as folhas atendendo a quatro critérios:

 

  • Recorte da margem do limbo

Quanto ao recorte as folhas podem ser inteiras, quando a margem é lisa, ou recortadas, quando a margem do limbo é recortada. Se este recorte for pouco profundo, podem ainda tomar o nome de dentadas, e se for muito profundo, fendidas.

 

  • Divisão do limbo

Quanto à divisão do limbo, as folhas podem ser simples (quando o limbo está inteiro) ou compostas (quando o limbo é composto por folíolos)

 

  • Nervação

Quanto à nervação, as folhas podem ser uninérveas, peninérveas, paralelinérveas ou palminérveas .

 

 

Uninérvea - Folha com apenas uma nervura

 

Peninérvea - Folha aérea com uma nervura principal e várias secundárias

 

Paralelinérvea - Folha com nervuras paralelas

 

Palminérvea - Folha com várias nervuras principais a saírem da base do limbo

 

  • Forma do limbo

Quanto à forma do limbo existe uma grande quantidade de designações que estão no seguinte quadro:

 

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O caule

De acordo com a situação do meio em que se desenvolvem, os caules podem ser aéreos, subterrâneos ou aquáticos. Os caules subterrâneos têm, essencialmente, funções de reserva, enquanto os aéreos, funções de suporte e transporte, e tanto uns como outros apresentam formas variadas.

 

 

Caules subterrâneos

 

Caules aéreos


Caules aquáticos

 

 

Quanto à forma podemos considerar os seguintes tipo de caule:

 

  • Tubérculo - Caule subterrâneo volumoso e sem folhas escamiformes (batata)

  • Prato ou disco do bolbo - Caule subterrâneo de forma globosa, base achatada e com folhas escamiformes (cebola)

  • Rizoma - Caule subterrâneo alongado horizontalmente e com folhas escamiformes (lírio)

  • Tronco - Caule aéreo ramificado e lenhoso mais grosso na base do que no topo (macieira)

  • Espique - Caule aéreo cilíndrico, lenhoso e com ramos e folhas apenas no topo (palmeira)

  • Colmo - Caule aéreo oco ou com medula e nós salientes (bambu)

 

 

 

Num caule, designa-se por gema a formação que dá origem a um ramo, folhas ou flores, por a zona onde sai um ramo ou folha e entrenó o espaço entre dois nos consecutivos.

 

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A raiz

A raiz fixa a planta ao solo, absorve água e sais minerais e, em algumas espécies, armazena substâncias de reserva.

 

Existem vários tipos de raízes quanto ao meio em que se encontram e quanto à forma.

 

Quanto ao meio em que se encontram, as raízes podem ser subterrâneas, aquáticas ou aéreas.

 

Raiz subterrânea

 

Raiz aquática

 

Raiz aérea

 

 

Quanto à forma podemos considerar 4 tipos de raízes:

 

  • Raízes aprumadas - possuem uma raiz principal de onde partem várias raízes secundárias.

  • Raízes fasciculadas - Feixe de raízes todas semelhantes saindo de um ponto localizado na base do caule

  • Raízes tuberoso-aprumadas - raízes aprumadas mas com rais principal muito espessa por acumulação de substâncias de reserva

  • Raízes tuberoso-fasciculadas - raízes fasciculadas mas muito espessas por acumulação de substâncias de reserva

 

 

 

 

A raiz de uma planta com flor apresenta na sua constituição geralmente:

 

 

  • Zona de ramificação - a parte mais antiga da raiz, onde se desenvolvem as raízes secundárias, sendo responsável pela fixação da planta ao meio;
  • Zona pilosa - apresenta pêlos absorventes que permitem a entrada de água e sais minerais;
  • Zona de crescimento - local da raiz onde se verifica maior crescimento, responsável pelo aumento da raiz em comprimento;
  • Coifa - protege a extremidade da raiz à medida que penetra no solo, é muito resistente e tem forma de cone.
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Morfologia das plantas com flor

O corpo das plantas com flor apresenta-se, geralmente, dividido em: raiz, caule, folhas e, na época da reprodução, flores que dão origem aos frutos.

 


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Quarta-feira, 26.05.10

Correcção da ficha de avaliação

Aqui vai a correcção da ficha de avaliação...

 

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Qualquer dúvida: sosduvidas@hotmail.com ou então nas aulas

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Quinta-feira, 20.05.10

Sistema de defesa do organismo

1ª linha de defesa

    1. A pele

     

    A pele, desde que não esteja ferida ou lesada, impede a entrada dos micróbios. Mesmo quando nos ferimos, formam-se rapidamente coágulos de sa

     

    2. O muco

      O muco e os finos pêlos que temos no nariz , evitam que os micróbios entrem nos pulmões.

       

      3. As lágrimas

       

      As lágrimas possuem substância químicas, chamadas enzimas, que destroem as bactérias.

       

      2ª linha de defesa

       

      Glóblulos brancos inespecíficos que destroem TODO O TIPO DE MICRÓBIOS através da fagocitose.

       

      3ª linha de defesa

       

      Anticorpos

       

      São proteínas produzidas pelos linfócitos (um tipo de glóbulos brancos) que se ligam ao micróbio e o destroem. Os anticorpos são produzidos rapidamente, e:

      • aderem à superfície das células invasoras assinalando-as para serem destruídas
      • mantêm-se no sangue, mesmo depois de curada a infecção, para que possam voltar a entrar em acção se aquele micróbio regressar. Esta é a razão pela qual somos imunes às doenças que já tivemos – guardamos a memória desses anticorpos e podemos voltar a utilizá-los quando necessário.
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